Do fundo da noite
a mesma toada batendo
(É noite de medo?)
A mesma toada por sobre os telhados,
trazendo mensagens que tombam desfeitas
(Coladas aos vidros
há vozes de grêda)
A mesma toada roçando na porta,
batendo
Por sobre as ramadas, calcando o capim,
em volta da serra, caindo do espaço,
em ecos de outrora por todos os lados.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
A que ponto a dependência do computador pode se tornar uma patologia social? Não é comum às pessoas buscar resposta especializada para situações triviais, eis o problema.
Falando-se em números, temos um potencial muito grande para a dependência tecnológica, em função da quantidade de usuários, mas são insatisfatórias as respostas para esse tema.
As relações comerciais, profissionais e especialmente as relações particulares estão apoiadas na comunicação digital. É desnecessário sair para ver os amigos, ir com estes ao cinema ou se reunir para discutir algo, pois todas essas ações são plausíveis de acontecer através de um computador, já que se podem transmitir emoções e sentimentos.
Há ainda a possibilidade de vivenciar experiencias talvez inimagináveis na vida real, com programas e jogos que recriam a sociedade e permitem, dentre outras coisas, a ascenção social imediata.
Essa possibilidade de transformar sonhos em "realidade" é o principal agente agregador; e o "mundo perfeito" que é criado torna as pessoas emocionalmente instáveis cativas. Mas como detectar a diferença entre o prrazer de um jogo, e a dependência do mesmo? As pessoas tendem a se tornar hostis, a desacreditar na vida, em si própriass e nos outros. Além de não "suportarem" abandonar o computador.
Essas atitudes levam a crer que está surgindo uma nova forma de misantropia.
Falando-se em números, temos um potencial muito grande para a dependência tecnológica, em função da quantidade de usuários, mas são insatisfatórias as respostas para esse tema.
As relações comerciais, profissionais e especialmente as relações particulares estão apoiadas na comunicação digital. É desnecessário sair para ver os amigos, ir com estes ao cinema ou se reunir para discutir algo, pois todas essas ações são plausíveis de acontecer através de um computador, já que se podem transmitir emoções e sentimentos.
Há ainda a possibilidade de vivenciar experiencias talvez inimagináveis na vida real, com programas e jogos que recriam a sociedade e permitem, dentre outras coisas, a ascenção social imediata.
Essa possibilidade de transformar sonhos em "realidade" é o principal agente agregador; e o "mundo perfeito" que é criado torna as pessoas emocionalmente instáveis cativas. Mas como detectar a diferença entre o prrazer de um jogo, e a dependência do mesmo? As pessoas tendem a se tornar hostis, a desacreditar na vida, em si própriass e nos outros. Além de não "suportarem" abandonar o computador.
Essas atitudes levam a crer que está surgindo uma nova forma de misantropia.
Resenha crítica do filme "Eu, Robô"
A narrativa do filme "Eu, Robô" traz à tona mais do que as expectativas da evolução tecnológica, mas também questionamentos de uma ordem antropo-empírica, no que diz respeito aos valores que sustentam o conceito da humanidade, referindo-se diretamente à idéia de que o homem em função da sua capacidade intelectual domina o mundo, dentre outras.
O detetive Spooner, atormentado pelo fantasma de um acidente que lhe incutiu um trauma quanto as máquinas ditas inteligentes, fazendo-o desconfiar da principal característica dos robôs: a infalibilidade. A partir de então, todas as virtudes que são atribuídas aos robôs, derivadas das três leis, são por ele negadas
Após a morte do Dr. Alfred Lanning foram corroborados os conceitos do detetive, que porém, ao questionar a infalibilidade dos robôs a fim de dissociá-los dessa imagem e do seu papel social, estava na relidade humanizando-os . Ou seja, em sua tentativa de "desmascarar os robôs como cópias, ele estava na realidade atribuindo-lhes uma individualidade.
Em seu desfecho o filme inspira um dilema digno de Aristóteles ou Platão: O que é a realidade?
O detetive Spooner, atormentado pelo fantasma de um acidente que lhe incutiu um trauma quanto as máquinas ditas inteligentes, fazendo-o desconfiar da principal característica dos robôs: a infalibilidade. A partir de então, todas as virtudes que são atribuídas aos robôs, derivadas das três leis, são por ele negadas
Após a morte do Dr. Alfred Lanning foram corroborados os conceitos do detetive, que porém, ao questionar a infalibilidade dos robôs a fim de dissociá-los dessa imagem e do seu papel social, estava na relidade humanizando-os . Ou seja, em sua tentativa de "desmascarar os robôs como cópias, ele estava na realidade atribuindo-lhes uma individualidade.
Em seu desfecho o filme inspira um dilema digno de Aristóteles ou Platão: O que é a realidade?
Estava escrito
Composição: Lourival Faissal
Não foi por acaso que a gente se encontrou
Não aconteceu simplesmente o nosso amor
Já estava escrito lá no livro do saber
mesmo antes da gente nascer
Você sem querer por mim esperava
eu sem saber por você procurava
O destino sabe o que vai acontecer
você nasceu pra mim eu nasci pra você
Nosso amor não é um simples caso ou acaso
agente se ama pra valer
O nosso encontro antes foi premeditado
você nasceu pra mim eu nasci pra você
Não foi por acaso que a gente se encontrou
Não aconteceu simplesmente o nosso amor
Já estava escrito lá no livro do saber
mesmo antes da gente nascer
Você sem querer por mim esperava
eu sem saber por você procurava
O destino sabe o que vai acontecer
você nasceu pra mim eu nasci pra você
Nosso amor não é um simples caso ou acaso
agente se ama pra valer
O nosso encontro antes foi premeditado
você nasceu pra mim eu nasci pra você
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